Sob sua Obsessão , livre ebook

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Eu a sequestrei à noite. Aprisionei-a porque não posso viver sem ela. Ela é meu amor, meu vício, minha obsessão.

Eu farei qualquer coisa para manter Sara comigo.
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Publié par

Date de parution

09 novembre 2021

Nombre de lectures

0

EAN13

9781631424434

Langue

Português

Sob sua Obsessão
O perseguidor: volume 2


Anna Zaires

♠ Mozaika Publications ♠
Contents



Parte I


Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

Capítulo 15

Capítulo 16

Capítulo 17

Capítulo 18

Capítulo 19

Capítulo 20

Parte II


Capítulo 21

Capítulo 22

Capítulo 23

Capítulo 24

Capítulo 25

Capítulo 26

Capítulo 27

Capítulo 28

Capítulo 29

Parte III


Capítulo 30

Capítulo 31

Capítulo 32

Capítulo 33

Capítulo 34

Capítulo 35

Capítulo 36

Parte IV


Capítulo 37

Capítulo 38

Capítulo 39

Capítulo 40

Capítulo 41

Capítulo 42

Capítulo 43

Capítulo 44

Capítulo 45

Capítulo 46

Capítulo 47

Capítulo 48

Capítulo 49

Capítulo 50

Capítulo 51

Capítulo 52

Capítulo 53

Capítulo 54


Excerto de A Prisioneira dos Krinars

Sobre a Autora
Copyright © 2017 Anna Zaires & Dima Zales
www.annazaires.com/book-series/portugues/
Título original: Obsession Mine
Tradução: D. Dias
Revisão Final: Vania Nunes
Capa: Najla Qamber Designs/ www.najlaqamberdesigns.com


Esta é uma obra de ficção. Seu intuito é entreter as pessoas. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos são produtos da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais é mera coincidência.
Esta obra segue as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa.


Todos os direitos reservados.
É proibido o armazenamento e/ou a reprodução de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios — tangível ou intangível — sem o consentimento escrito da autora.
A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na lei n°. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
Zaires, Anna
Sob sua Obsessão, de Anna Zaires. Tradução: D. Dias. 1ª edição. Rio de Janeiro, BR. Independente, 2019.
Publicado por Mozaika Publications, uma impressão de Mozaika LLC.
www.mozaikallc.com
e-ISBN: 978-1-63142-443-4
ISBN: 978-1-63142-444-1
Parte I
1

Peter
— Eles estão nos alcançando — Diz Ilya quando o som das sirenes e o ranger do helicóptero fica mais alto. A luz dos carros do outro lado da autoestrada reflete na sua cabeça raspada, criando uma ilusão de que as tatuagens do seu crânio estão dançando quando ele olha no espelho retrovisor com uma franzida de preocupação.
— Certo. — Ignorando a adrenalina pulsando nas minhas veias, aperto meu abraço em volta de Sara, impedindo sua cabeça de escorregar do meu ombro quando Ilya ultrapassa um carro que andava devagar. Eu esperava a perseguição, claro – alguém não rouba uma mulher protegida pelo FBI sem consequências – mas agora que está acontecendo, estou preocupado.
Meus três companheiros e eu podemos lidar com uma caçada em alta velocidade sem problemas, mas eu não posso colocar Sara em perigo.
Tomando uma decisão, digo a Ilya: — Diminua. Deixe-os nos alcançar.
Anton vira-se no assento de passageiro da frente, seu rosto com barba incrédulo quando ele segura sua M16. — Você está louco?
— Não podemos levá-los para o aeroporto — Yan, o irmão gêmeo de Ilya ressalta. Ele está sentado do outro lado de Sara, deve ter entendido meu plano, porque está vasculhando na bolsa grande que guardamos sob o banco de trás do nosso SUV.
— Você acha que os federais sabem que estamos com ela? — Anton olha a mulher inconsciente pressionada ao meu lado e sinto uma pitada irracional de ciúme quando seu olhar sombrio passa pelo rosto de Sara, fixando um momento a mais do que o necessário nos seus lábios grandes e rosados.
— Devem saber. Aqueles caras na cola dela eram estúpidos, mas não completamente inúteis — Diz Yan, se endireitando com um lançador de granadas na sua mão. Diferente do seu irmão gêmeo, ele é a favor de corte de cabelo conservador e roupas sociais bem passadas – seu disfarce de banqueiro, como Ilya chama. Em geral, Yan parece com alguém que não saberia como lidar com uma chave inglesa, muito menos com uma arma, mas ele é um dos indivíduos mais letais que conheço – como é o resto da minha equipe.
Nossos clientes nos pagam milhões por uma razão e não tem nada a ver com nossas escolhas de moda.
— Espero que você esteja certo — Diz Ilya, apertando o volante quando olha no retrovisor novamente. Dois SUV escuros do governo e três carros de polícia estão a quatro carros atrás de nós, luzes azuis e vermelhas piscando enquanto eles passam os carros mais lentos. — A polícia americana é previsível. Eles não arriscarão atirar se sabem que nós a temos.
— Nem abrirão fogo no meio da autoestrada — Diz Yan, apertando um botão para abrir a janela. —, muitos civis em volta.
— Espere um momento — Digo a ele quando se aproxima da janela, o lançador de granadas na mão. —, queremos o helicóptero tão baixo quanto possível acima de nós. Ilya, diminua mais um pouco e entre na faixa da direita. Vamos pegar a próxima saída.
Ilya faz como eu peço e passamos para a faixa mais lenta, nossa velocidade caindo abaixo do limite permitido. Um Toyota Camry cinza passa por nós pela esquerda e seguro Sara mais perto de mim, falando a Yan para ficar preparado. O barulho do helicóptero é ensurdecedor – ele está voando quase diretamente sobre nós agora – mas eu espero.
Alguns momentos depois, eu vejo.
A placa de saída, a quatrocentos metros.
— Agora — Grito e Yan entra em ação, colocando a cabeça e torso para fora da janela, o lançador de granadas nas suas mãos.
Bum! Parece que a mãe de todos os fogos de artifício foi lançada sobre nós. Freios soaram à nossa volta, mas já estamos na saída e Ilya sai da autoestrada na hora que o inferno acontece, carros batendo em ambas as pistas com um som de metal caindo quando o helicóptero sobre nós explode numa bola de fogo metálica.
— Caralhoooo — Respira Anton, olhando para a bagunça deixada para trás. Os pedaços do helicóptero em chama sendo o maior, um caminhão da Walmart gigante no processo de tombar e não menos que uma dúzia de carros já tendo colidido, com mais indo em direção ao da polícia a cada segundo. Os SUVs do governo estão entre as vítimas e os carros de polícia presos atrás deles. Não tem como nossos perseguidores conseguirem nos seguir agora e apesar e eu não estar feliz sobre os civis feridos, sei que é desse jeito que escaparemos.
Quando eles reagruparem e enviarem mais tiras atrás de nós, já estaremos longe.
Ninguém vai levar Sara para longe de mim agora.
Ela me escolheu e ficará comigo.



Chegamos na passagem subterrânea onde deixamos o outro carro sem perseguição, e uma vez que trocamos de veículo, todos respiramos um pouco aliviados. Não tenho dúvida de que os federais vão nos localizar, mas quando o fizerem, deveremos estar seguros no ar.
Estamos quase no aeroporto quando Sara dá uma pequena gemida, suas pálpebras se abrindo quando ela se mexe ao meu lado.
A droga que dei está perdendo o efeito.
— Shhh — Eu a acalmo beijando sua testa quando ela tenta se soltar do cobertor que a encobre do pescoço para baixo. — Você está bem, ptichka. Estou aqui e tudo está bem. Aqui, beba isso. — Com minha mão livre, abro a garrafa com água e pressiono nos seus lábios, deixando-a beber um pouco do líquido.
— O que... onde estou? — Diz ela rouca quando pego a garrafa e aperto meu braço em volta do seu ombro, impedindo-a de se desenrolar do cobertor e expor sua nudez. — O que aconteceu?
— Nada de mau — Asseguro a ela, colocando a garrafa de lado para retirar uma mecha de cabelo do seu rosto. — Só vamos fazer uma pequena viagem.
Do outro lado de Sara, Yan bufa e resmunga algo em russo sobre eufemismo grotesco.
O olhar de Sara se vira para Yan, então, pula para o carro e vejo o exato momento que ela entende o que está acontecendo.
— Por favor, diga-me que você não fez... — Sua voz aumenta um pouco. — Peter, diga-me que você simplesmente não...
— Shhh. — Virando-a totalmente para mim, pressiono dois dedos contra seus lábios macios. — Eu não podia ficar e não podia deixá-la para trás, ptichka. Você sabe disso. Tudo vai ficar bem. Nada de ruim acontecerá contigo. Vou mantê-la segura.
Ela olha para mim, seus olhos de avelã cheios de terror e choque e apesar da minha certeza de que fiz a coisa certa, meu peito se aperta desconfortavelmente.
Sara avisou-me sobre o FBI, sabendo que eu provavelmente a levaria comigo, mas ela talvez não esperasse que eu fizesse desse jeito. E talvez houvesse algum outro modo, algo que eu poderia fazer que não envolveria drogá-la e roubá-la no meio da noite.
Não. Retirando a dúvida não característica, eu foco no que importa: confortando Sara e fazendo-a aceitar a situação.
— Presta atenção, ptichka. — Moldo minha palma em volta da sua mandíbula delicada. — Sei que você está preocupada sobre seus pais, mas tão logo estejamos voando, você pode ligar para eles e...
— Voando? Então ainda estamos em...? Oh obrigado, Deus. — Ela fecha os olhos e sinto um tremor passar por ela quando os abre e olha para mim. — Peter... — Sua voz fica calma, em tom persuasivo. — Peter, por favor. Você não tem que fazer isso. Você pode simplesmente me deixar aqui. Será bem mais seguro para vocês... bem mais fácil fugir se não estiverem procurando por mim. Você poderia apenas desaparecer e eles nunca irão te pegar e, então...
— Eles nunca irão me pegar não importa o que eu faça. — Meu tom é seguro, mas não consigo evitar a raiva quando abaixo minha mão. Sara teve sua chance de livrar-se de mim e ela não aproveitou. Por avisar-me, ela selou seu destino e é tarde demais para voltar atrás. Sim, eu a droguei e a levei sem perguntar, mas ela tinha que saber que eu não a deixaria para trás. Eu disse o quanto a amava e apesar de ela não dizer o mesmo, sei que ela não é indiferente. Talvez não seja precisamente isso que ela queira, mas ela me escolheu e, agora, implorar-me para deixá-la para trás, tentar me manipular co

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