Nosso Para Sempre , livre ebook

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2021

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Eu lutei contra o destino e venci. Fiz um pacto com o diabo para ficar com ela.

Parecia que havia terminado. Estávamos destinados à felicidade.

No entanto, nossos inimigos tinham outros planos.
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Publié par

Date de parution

09 novembre 2021

Nombre de lectures

0

EAN13

9781631424847

Langue

Português

Nosso Para Sempre
O PERSEGUIDOR: Volume 4


Anna Zaires

♠ Mozaika Publications ♠
Contents



Parte I


Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

Capítulo 15

Capítulo 16

Capítulo 17

Capítulo 18

Capítulo 19

Parte II


Capítulo 20

Capítulo 21

Capítulo 22

Capítulo 23

Capítulo 24

Capítulo 25

Capítulo 26

Capítulo 27

Capítulo 28

Capítulo 29

Capítulo 30

Capítulo 31

Capítulo 32

Capítulo 33

Capítulo 34

Capítulo 35

Capítulo 36

Capítulo 37

Capítulo 38

Parte III


Capítulo 39

Capítulo 40

Capítulo 41

Capítulo 42

Capítulo 43

Capítulo 44

Capítulo 45

Capítulo 46

Capítulo 47

Capítulo 48

Capítulo 49

Capítulo 50

Capítulo 51

Capítulo 52

Capítulo 53

Capítulo 54

Capítulo 55

Capítulo 56

Parte IV


Capítulo 57

Capítulo 58

Capítulo 59

Capítulo 60

Capítulo 61

Capítulo 62

Capítulo 63

Capítulo 64

Capítulo 65

Capítulo 66

Capítulo 67

Capítulo 68

Capítulo 69

Capítulo 70

Capítulo 71

Capítulo 72

Capítulo 73

Capítulo 74

Capítulo 75

Capítulo 76

Capítulo 77

Capítulo 78

Capítulo 79

Capítulo 80

Capítulo 81

Capítulo 82

Capítulo 83

Capítulo 84

Capítulo 85

Capítulo 86

Capítulo 87

Capítulo 88

Capítulo 89

Capítulo 90

Capítulo 91

Capítulo 92

Capítulo 93

Capítulo 94

Capítulo 95

Capítulo 96

Capítulo 97

Capítulo 98

Capítulo 99

Epílogo


Trecho de Encontros Íntimos

Trecho de Perverta-me

Sobre a Autora
Copyright © 2019 Anna Zaires & Dima Zales
www.annazaires.com/book-series/portugues/
Título original: Forever Mine
Tradução: D. Dias
Preparação de Texto: Vania Nunes
Capa: Najla Qamber Designs/ www.najlaqamberdesigns.com


Esta é uma obra de ficção. Seu intuito é entreter as pessoas. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos são produtos da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais é mera coincidência.
Esta obra segue as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa.


Todos os direitos reservados.
É proibido o armazenamento e/ou a reprodução de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios — tangível ou intangível — sem o consentimento escrito da autora.
A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na lei n°. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
Zaires, Anna
Nosso Para Sempre. Anna Zaires. Tradução: D. Dias. 1ª edição. Rio de Janeiro, BR. Independente, 2019.
Publicado por Mozaika Publications, uma impressão de Mozaika LLC.
www.mozaikallc.com
e-ISBN: 978-1-63142-484-7
ISBN: 978-1-63142-485-4
Parte I
Capítulo 1

H enderson
— O que você está fazendo?
A voz ansiosa de Bonnie me assusta dos meus planejamentos e olho para ela recolocando rapidamente a pasta que estava estudando numa pilha de pastas na minha mesa enquanto me preparo para responder com uma mentira plausível.
Só que minha esposa de há vinte e um anos de casados não está olhando para mim.
Ela está olhando para o computador atrás de mim, onde uma foto de uma bela noiva de cabelos castanhos que sorri para um belo noivo toma quase toda a tela.
Caralho. Achei que tinha fechado aquela janela. Os músculos do meu pescoço doem com a tensão, a bile voltando à minha garganta quando vejo que Bonnie começa a tremer.
— Por que você tem a foto dele? — A voz dela ficando histérica enquanto seus olhos viram-se para mim, em tom acusador. — Por que você tem a foto do monstro na sua tela?
— Bonnie… Não é o que você está pensando. — Levanto-me, mas ela já está se afastando, balançando a cabeça, seus brincos longos balançando nas suas feições magras.
— Você prometeu. Você me disse que ficaríamos em segurança.
— E ficaremos — Digo, mas é tarde demais. Ela já se foi.
De volta ao refúgio da sua cama, suas pílulas, sua TV de realidade irracional.
De volta onde as crianças e eu nunca podemos alcançá-la.
Afundando na minha cadeira, movo minha cabeça de um lado para o outro, liberando o pior da rigidez agonizante enquanto pego a pasta novamente. O nome dentro me fita, cada letra me insultando, mexendo o fogo amargo do ódio.
Peter Sokolov.
Sou a última pessoa restante na sua lista. O único que não matou ainda pelo que aconteceu naquela merda de vila em Dagestan. Um erro, uma ordem descuidada e esse é o resultado. Por anos, ele tem caçado a mim e minha família, torturando nossos amigos e pessoas amadas num esforço de me pegar, vigiando nos pesadelos dos meus filhos, destruindo nossas vidas a cada dia.
E agora, graças às influências do seu amigo Esguerra, ele pode andar livre. Casar-se com sua doutora bela de cabelos castanhos e morar nos Estados Unidos como se tudo estivesse perdoado e esquecido.
Como se sua promessa de não me matar fosse algo que eu pudesse acreditar.
Meu olhar passa para os outros nomes na pasta.
Julian Esguerra.
Lucas Kent.
Yan e Ilya Ivanov.
Anton Rezov.
Os aliados de Sokolov – monstros, todos eles.
Eles têm que pagar pelo que fizeram.
Como Sokolov, eles têm que ser neutralizados.
Então, só então, estaremos verdadeiramente seguros.
Capítulo 2

S ara
Acordo com a surpreendente percepção de que estou casada.
Casada com Peter Garin, também conhecido como Sokolov.
O homem que matou George Cobakis, meu primeiro marido, depois de ter invadido minha casa e me torturado.
Meu perseguidor.
Meu sequestrador.
O amor da minha vida.
Meus pensamentos voltam-se para ontem à noite e o calor espalha-se pelo meu corpo – uma mistura de tesão e vergonha. Ele me puniu ontem. Puniu-me por quase tê-lo deixado no altar.
Ele me possuiu brutalmente e, no processo, fez-me admitir.
Ele fez-me confessar que o amo – tudo dele, as partes sombrias incluídas.
Que eu preciso da parte sombria... preciso que seja apontada para mim para que eu possa resistir à vergonha e culpa de saber que me apaixonei por um monstro.
Abrindo os olhos, eu olho para o teto branco. Ainda estamos no meu apartamento minúsculo, mas acho que iremos nos mudar em breve. E depois? Filhos? Caminhadas no parque com meus pais?
Será que realmente irei construir uma vida com o homem que ameaçou matar todos na recepção do nosso casamento se eu não aparecesse?
Ele deve estar fazendo café, porque sinto cheiros deliciosos vindo da cozinha. É algo tanto doce quanto saboroso e meu estômago pula quando me sento, fazendo uma cara feia pela dor nos músculos das minhas coxas.
Se vamos foder muito em posições exóticas, preciso começar a fazer yoga.
Balançando minha cabeça pelos pensamentos ridículos, vou tomar um banho e escovar os dentes e quando saio, vestida num roupão, ouço a voz grossa e com um leve sotaque de Peter me chamando.
Ou mais precisamente, chamando sua ‘ptichka’.
— Estou aqui — Digo, indo para a cozinha, apenas para me ver puxada por braços fortes e beijada tão profundamente que fico sem fôlego.
— Sim, está — Murmura meu marido quando finalmente coloca-me em pé de novo. — Você está aqui e não vai a lugar algum. — Seus braços fortes possessivamente na minha cintura, seus olhos cinza brilhando como prata em seu rosto escurecido pela barba por fazer. Apesar de ele estar vestido com uma camiseta e jeans, não deve ter se barbeado ainda porque aquela barba parece deliciosamente áspera e arranhando, fazendo-me imaginar como seria esfregá-la por toda a minha pele.
Impulsivamente, levanto minha mão para segurar sua mandíbula. Está arranhando tanto como eu imaginava e eu abro um sorriso enquanto ele fecha os olhos e esfrega seu rosto na palma da minha mão, como um gato grande marcando seu território.
— É domingo — Digo, abaixando minha mão quando ele abre os olhos. — Então, sim, não vou a lugar algum. O que tem para o café?
Ele abre um sorriso, largando-me. — Panqueca de ricota. Você está com fome?
— Realmente poderia comer algo — Admito e vejo seus olhos metálicos brilharem de prazer.
Sento-me enquanto ele pega os pratos para nós dois e os coloca na mesa. Apesar de ele ter voltado apenas na última terça-feira, já está sentindo-se completamente em casa na minha cozinha minúscula, seus movimentos precisos e confiantes como se já estivesse aqui por meses.
Olhando para ele, tenho novamente a sensação desconcertante de que um predador perigoso invadiu meu pequeno apartamento. Parte é pelo seu tamanho – ele é pelo menos uma cabeça maior que eu, seus ombros impossivelmente largos, seu corpo de soldado de elite cheio de músculos duros. Mas é também algo sobre ele, algo mais do que as tatuagens que decoram seu braço esquerdo ou a cicatriz tênue que divide sua sobrancelha.
É algo intrínseco, um tipo de crueldade que existe mesmo em seu sorriso.
— Como está se sentindo, ptichka? — Pergunta ele, juntando-se à mesa e eu olho para o meu prato, sabendo por que ele está preocupado.
— Bem. — Não quero pensar sobre ontem, sobre como a visita do Agente Ryson me fez literalmente passar mal, mas não foi até quando o agente do FBI jogou os crimes de Peter na minha cara que pus para fora o conteúdo do meu estômago – e eu quase deixei Peter no altar.
— Nenhum efeito ruim por ontem à noite? — Esclarece ele, e eu o olho, meu rosto esquentando quando vejo que está se referindo à nossa vida sexual.
— Não. — Minha voz presa. — Estou bem.
— Ótimo — Murmura ele, seu olhar quente e sombrio, e eu escondo meu rubor aumentado pegando uma panqueca de ricota.
— Toma, meu amor. — Ele profissionalmente coloca duas panquecas para mim e empurra a garrafa de xarope de bordo na minha direção. — Quer mais alguma coisa? Talvez uma fruta?
— Com certeza — Digo e o vejo indo à geladeira pegar algumas cerejas lavadas.
Meu assassino doméstico. Será que é assim que nossa vida juntos sempre será?
— O que você quer

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