Destinos Entrelaçados , livre ebook

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O destino nos fez inimigos. Eu nos fiz amantes.

Em um mundo diferente, seríamos perfeitos um para o outro.

Mas não estamos nesse mundo.
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Date de parution

09 novembre 2021

Nombre de lectures

0

EAN13

9781631424458

Langue

Português

Destinos Entrelaçados
O PERSEGUIDOR: Volume 3


Anna Zaires

♠ Mozaika Publications ♠
Contents



Parte I


Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Capítulo 9

Capítulo 10

Capítulo 11

Capítulo 12

Capítulo 13

Capítulo 14

Capítulo 15

Capítulo 16

Capítulo 17

Capítulo 18

Parte II


Capítulo 19

Capítulo 20

Capítulo 21

Capítulo 22

Capítulo 23

Capítulo 24

Parte III


Capítulo 25

Capítulo 26

Capítulo 27

Capítulo 28

Capítulo 29

Capítulo 30

Capítulo 31

Capítulo 32

Capítulo 33

Capítulo 34

Capítulo 35

Capítulo 36

Capítulo 37

Capítulo 38

Capítulo 39

Parte IV


Capítulo 40

Capítulo 41

Capítulo 42

Capítulo 43

Capítulo 44

Capítulo 45

Capítulo 46

Capítulo 47

Capítulo 48

Capítulo 49

Capítulo 50

Capítulo 51

Capítulo 52

Capítulo 53

Capítulo 54

Capítulo 55

Capítulo 56

Capítulo 57

Capítulo 58

Capítulo 59

Capítulo 60

Capítulo 61

Capítulo 62

Capítulo 63

Capítulo 64

Capítulo 65

Capítulo 66

Capítulo 67

Capítulo 68

Epílogo


Trecho de Perverta-me

Sobre a Autora
Copyright © 2018 Anna Zaires & Dima Zales
www.annazaires.com/book-series/portugues/
Título original: Destiny Mine
Tradução: D. Dias
Revisão Final: Vania Nunes
Capa: Najla Qamber Designs
www.najlaqamberdesigns.com


Esta é uma obra de ficção. Seu intuito é entreter as pessoas. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos são produtos da imaginação da autora. Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais é mera coincidência.
Esta obra segue as regras da Nova Ortografia da Língua Portuguesa.


Todos os direitos reservados.
É proibido o armazenamento e/ou a reprodução de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios — tangível ou intangível — sem o consentimento escrito da autora.
A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na lei n°. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.
Zaires, Anna
Destinos Entrelaçados, de Anna Zaires. Tradução: D. Dias. 1ª edição. Rio de Janeiro, BR. Independente, 2019.
Publicado por Mozaika Publications, uma impressão de Mozaika LLC.
www.mozaikallc.com
e-ISBN: 978-1-63142-445-8
ISBN: 978-1-63142-446-5
Parte I
1

S ara
Lábios quentes pressionam minhas bochechas, o beijo suave e terno mesmo com a barba de dias raspando minha mandíbula.
— Acorde, ptichka — Uma voz com sotaque familiar murmura em meu ouvido enquanto eu resmungo um protesto sonolento e me enterro mais fundo no travesseiro. —, está na hora de ir.
— Hmm. — Mantenho meus olhos fechados, relutante de largar o sonho. Era um sonho bom para variar, envolvendo um lago ensolarado, um par de cachorros excitados e Peter jogando xadrez com meu pai. Os detalhes já estão desaparecendo da minha mente, mas a luz, os sentimentos eufóricos se mantêm, mesmo quando a realidade, junto com a consciência amarga da impossibilidade do sonho, se aproxima.
— Vamos, meu amor. — Ele pressiona um beijo suave na parte inferior sensiva do meu ouvido, enviando tremores prazerosos pelo meu corpo. — O avião está esperando. Você pode dormir a caminho de casa.
O restante do sonho desaparece e deito de costas, sufocando um gemido ante a dor resistente no meu ombro esquerdo quando abro os olhos para o olhar caloroso e prateado do meu sequestrador. Ele está debruçado sobre mim, um sorriso gentil curvando-se nos seus lábios esculturais e, por um momento, a leveza eufórica aumenta.
Estamos vivos e ele está aqui comigo. Posso tocá-lo, beijá-lo e senti-lo. Seu rosto está mais magro que antes, acentuado pelo estresse e pouco sono, mas a perda de peso apenas aumenta sua estonteante beleza masculina, sobressaindo a inclinação das exóticas maçãs do seu rosto e destacando as linhas fortes da sua mandíbula.
Ele é lindo, esse assassino que me ama.
O assassino do meu marido que nunca me libertará.
Meu peito se aperta, minha felicidade maculada por um aperto familiar de culpa e ódio de mim mesma. Talvez haja um dia quando não sentirei um conflito tão grande, tão assolada por precisar do homem olhando para mim como se eu fosse seu coração, mas por agora, não posso esquecer o que ele é e o que fez.
Não posso deixar de me envergonhar por saber que estou apaixonada por meu carrasco.
O sorriso de Peter desaparece e sei que sente meus pensamentos, lê a culpa e tensão nas minhas feições. Pelas últimas duas semanas, desde que eu acordei aqui nesta clínica, tenho tentado evitar pensar no futuro e debruçado no que levou ao acidente. Eu precisava demais de Peter para mandá-lo embora e ele precisava de mim. Mas nesta manhã estamos retornando ao seu esconderijo no Japão e eu não posso mais esconder minha cabeça na areia.
Não posso fingir que o homem ao qual estou ligada, como se ele fosse minha tábua de salvação, não pretende me manter prisioneira pelo resto da minha vida.
— Não, Sara. — Sua voz é profunda e suave, ainda que o prateado quente no seu olhar se transforme em aço congelado. — Não siga por esse caminho.
Eu pisco e melhoro minha expressão. Ele está certo: agora não é hora. Levantando-me no meu cotovelo direito, digo normalmente: — Preciso me vestir. Se você me der licença...
Ele fica ereto, dando-me espaço para me sentar. Grata pela camisola do hospital, saio da cama e me apresso para o banheiro antes que ele mude de ideia e decida discutir depois de tudo. Precisamos conversar sobre o que houve – e, na verdade, já passou muito da hora do confronto – mas não estou pronta para isso. Nessas últimas duas semanas, ficamos mais unidos do que nunca e eu não quero desistir disso.
Não quero voltar a ver Peter como meu inimigo.
Enquanto escovo os dentes, estudo a cicatriz diagonal na minha testa, onde um pedaço de vidro causou um corte profundo e longo. O cirurgião plástico na clínica fez um bom trabalho consertando o que poderia ser uma marca que me desfiguraria, e com os pontos caindo, a cicatriz já está ficando menos feia. Em mais algumas poucas semanas, será uma fina linha branca e mais dois anos será completamente indetectável, como os hematomas claros que ainda decoram meu rosto.
Quando a criança que Peter quer forçar em mim estiver grande o bastante para notar e fazer perguntas, não deverá haver traços da minha tentativa de fuga desastrosa.
Respiro com força ante o pensamento e pressiono minha mão na barriga, contando os dias com temor crescente. Passaram-se duas semanas e meia desde que tivemos sexo desprotegido durante uma janela de fertilidade potencial, o que significa que minha menstruação devia ter começado há poucos dias. Entre as cirurgias e medicamentos, eu não estava prestando muita atenção ao calendário, mas agora que estou fazendo as contas, vejo que estou atrasada. Não tão atrasada que deva entrar em modo de total pânico, mas atrasada o bastante para me preocupar seriamente.
Eu já posso estar grávida.
Meu primeiro impulso é correr, achar a primeira enfermeira e exigir um exame de sangue. Tenho certeza que eles fizeram exame para gravidez em mim há duas semanas, quando fui trazida para a clínica depois do acidente, mas os primeiros traços de hCG na corrente sanguínea não aparecem até sete a doze dias após a fecundação. Meu resultado foi inquestionavelmente negativo e eles não teriam mais razão para me testar novamente.
Sem razão exceto que minha menstruação está atrasada.
Já estou com a mão na maçaneta quando paro. Quando eu fizer o teste, Peter saberá. Ele terá acesso aos resultados antes de mim e algo em mim se contorce ao pensar. Eu não tive escolha, não tive controle sobre nada na nossa relação até agora e preciso sentir como tendo, mesmo se for apenas nesse caso específico.
Se houver um filho, estará crescendo no meu corpo e quero decidir quando compartilhar a notícia.
Não é uma decisão racional, eu sei. Peter não é estúpido. Ele também pode contar os dias. Se ele não viu que minha menstruação está atrasada, ele verá em breve e, então, saberá que venceu, isso para melhor ou pior, estaremos ligados pelo grupo de células que pode já estar crescendo dentro de mim.
Pela criança que nascerá de um assassino caçado pelas autoridades de todo o mundo e o objeto da sua obsessão.
Uma latejada dolorida começa atrás do meu olho esquerdo, a dor de cabeça repentina e implacável. Não posso mais evitar pensar no futuro, não posso me dar ao luxo de viver cada dia que chega e esperar o melhor.
Tenho que proteger essa criança, mas não sei como.
Não posso fugir e Peter nunca irá me libertar.
2

P eter
Sara está estranhamente quieta quando saímos da clínica, seus dedos frios na minha pegada e sei que ela está novamente remoendo dúvidas sobre nós, sua mente super ativa repassando todas as razões por que o que temos é errado e não pode funcionar.
Eu gostaria de poder confortá-la, explicar minha nova ideia e falar-lhe que ela só precisa ser paciente, mas não quero fazer promessas que poderei não ser capaz de cumprir. Meu plano tem tantos níveis, tantas partes que podem oscilar, que as chances de falhar são muito maiores do que as de dar certo.
Se eu aceitar os cem milhões de euros de Danilo Novak para eliminar Julian Esguerra, minha equipe e eu estaremos nos envolvendo com o homem mais perigoso que conheço.
Sob circunstâncias diferentes, eu nem mesmo pensaria na ideia. Esguerra jurou me matar por colocar sua esposa em perigo para resgatá-lo, mas antes disso, eu passei um ano trabalhando para ele como consultor de segurança com o objetivo de conseguir a lista de pessoas envolvidas no massacre da minha família. Conheço o negociante de armas colombiano, vi quão violento e implacável ele é. Sua organização exterminou sozinha um dos grupos terroristas mais mortais da história e ele tem feito coisas inacreditáveis a outros inimigos. Com sua fortuna gigantesca e contatos em governos por todo o mundo, Es

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